Testemunhos Vivos

 

1. - Depois de 30 anos, reencontrei o caminho da salvação

“Em pequena, ainda andei na catequese, fiz algumas comunhões, ia sempre à Missa. Já rapariga, arranjei namoro e casei. Quando nasceram os filhos deixei a prática religiosa. Confesso que não me sentia bem. Por isso, um dia fui ter com o sacerdote que, certamente para me ajudar, repreendeu-me por não praticar, mas eu levei a mal e afastei-me completamente da Igreja. No meu coração porém não havia paz, mas os anos passavam. Um dia, depois de trinta anos, encontrei uma missionária do Amor Misericordioso do Coração de Jesus, que me saudou e entrou em diálogo comigo. Perguntou-me: “a senhora é católica? É praticante?” Tive que responder a verdade: “não, não; sou católica, mas não pratico”.
Os encontros repetiram-se muitas vezes. A missionária dizia-me: “a senhora sabe que Jesus a ama muito? Vá à confissão e limpe o seu coração. Conte ao sacerdote o seu afastamento; será perdoada e será feliz”.
Entretanto, eu ia pensando nas palavras que ela me tinha dito e um dia pensei para comigo e disse: “hoje é que é; vou à Igreja e vou confessar-me”. Mas, infelizmente, quando já estava a subir para a Igreja, um medo se apoderou de mim e voltei a casa sem me confessar.
Passados uns dias, encontrei novamente a missionária que, de novo, me animou a ir ter com o sacerdote. Desta vez fui mesmo confessar-me. Senti-me muito feliz.
No entanto, disse ao senhor padre: “como hei-de resolver a situação junto do meu marido, visto que ele não é praticante?”
Ele disse-me: “A senhora reze de hoje em diante uma oração pelo seu marido”. Passado pouco tempo, quando me estava a preparar para ir à Missa, ele veio ao pé de mim e disse: “eu vou também contigo à Missa e lá iremos de aqui em diante os dois juntos”.
E assim aconteceu. Ele, que antes se embriagava constantemente, depois deixou por completo de beber, até nas refeições; fez-se meu amigo. Tentei fazer com que ele se confessasse. Hoje somos dois grandes auxiliares do senhor padre na Igreja.
Já passaram 6 anos da nossa conversão. E continuamos fiéis a Cristo.
Somos felizes! Obrigado, Senhor!”
(Uma convertida)

2. – Carta de uma amiga universitária

Tocada pela pregação do Retiro das Missionárias, na Semana Santa, em Fátima, quer dar-nos o seu testemunho de como vê agora o mundo das jovens.

“Olá amigas Missionárias! Escrevo este e-mail porque estou muito preocupada!
Hoje, num conversa com um amigo, apercebi-me do estado lastimoso em que as nossas jovens teimam em viver. As “modas” são cada vez mais fortes, a tentação de beber da “água envenenada” (refere-se à lenda que ouviu contar no retiro) cada vez maior! As raparigas não se amam a si próprias, amam uma imagem criada por este mundo cruel e muitas vezes promíscuo! E não conseguem pôr-se à parte dessa imagem; querem tornar-se loucas!
Todas nós corremos este risco! E eu incluo-me nesse grupo, sei bem como é a tentação de beber da fonte envenenada que é tão sedutora!
Amigas, é urgente rezar pelas jovens raparigas que se perdem cada vez mais cedo!
É necessário pedir a Deus por elas e pelas suas vidas. Juntem-se a mim numa oração fervorosa, em nosso Senhor Jesus Cristo, que é o Caminho, Verdade e Vida.
Obrigada por tudo, Senhor Jesus! Obrigada por tudo!!!”
(Uma amiga)




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